quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Apologia ao café(zinho)

Há dois momentos do dia em que preciso de café. Quando acordo(não importa a hora) e ao final da tarde (por volta das 17 ou 18h). Digo preciso porque é, antes de tudo, uma necessidade fisiológica(assim como o sexo). Meu corpo todo exige um café(zinho) nesses horários, não adianta eu tentar disfarçar ou despistá-lo, ele se impõe no seu desejo e não me dá a menor chance de rejeitar o tal líquido escuro...E Eu, escrava da sua vontade, paro tudo o que estou fazendo, e vou fazer o café! Entretanto, para dizer-lhe que não vai me dominar assim no mole, estabeleci alguns critérios, que não abro mão de jeito nenhum. E não adianta nem tentar me convencer do contrário! São os seguintes:
Só tomo café feito na hora.....
O café não pode estar forte nem fraco, a medida é o meio termo!
Não tomo café expresso...só abro um remoto precedente se realmente for impossível, como no caso de eu estar em algum lugar que só ofereça café expresso e, mesmo assim, se o expresso for do jeito carioca, mais fraquinho!
Não tomo café com nenhum aromatizante ou outras porcarias artificiais qualquer!
Não tomo café que o pó não tenha sido embalado a vácuo, porque já fiz a excessão de dispensar o café moído na hora!!!(o que me custou muito.)
Não tomo café com adoçante, acidulante, aspartame ou outra coisa qualquer que não seja açúcar mascavo, podendo ser o branco também!

Então estabelecidos os critérios de dependência(que o corpo me impõe) e de convivência(que eu impus a ele), podemos sentar calma e tranqüilamente para degustar o bom e saudável "café nosso de todo o dia"!

Ah! Com cafeína é claro!!!!

Nenhum comentário: